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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Just once...



sábado, 1 de janeiro de 2011

2011



Que nos permita alcançar tudo pelo que lutamos.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal!



quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Há dias assim



domingo, 14 de novembro de 2010

É normal?


É normal os gatos gostarem de favas fritas?


Ou é só o meu que tem desejos destes?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O final negativo


Lembram-se da Sininho?
Chegou no dia 15 e adaptou-se muito bem.
Esperta, dócil, comunicativa... Um amor.

...

Foi o Riscas que nos avisou.


Parecia dormir tranquilamente na caixa que elegeu para cama-esconderijo.


Mas não.


Estava já fria e hirta.


Minha pobre pequenina...


Está agora no «céu dos gatos» (como disse ao A1 o pai).


No colo doce dos anjos.

terça-feira, 8 de junho de 2010

No Dia da Criança


Recebi a resposta a um e-mail que enviei no dia 9 de Abril, em plena busca por um gatinho adoptável, ao SOSAnimal.

"Temos de momento bebés para adopção." Esta frase, entre outras considerações, poder-me ia ter passado indiferente... mas não. Haviam anexos.


O Riscas tem revelado a falta que sente de companhia para as suas brincadeiras. O A-mor manifestou-se um verdadeiro amante da espécie felina, a convivência com o nosso gato tem superado as expectativas, o A1 acha que o animal «precisa de uma namorada» e o A2 subscreve. As fotografias foram a gota de água.


Esta é a Sininho. Foi paixão à primeira vista e estamos já em processo de adopção.

O Peter, cruzado de siamês, foi abandonado numa caixa de cartão junto ao caixote do lixo.Tem cerca de um mês e meio, já vai ao areão e come sozinho.


É muito meigo e brincalhão.


Alguma alma caridosa tem a generosidade de acolher este gatinho (ou outro(*) dos tantos que procuram um dono(**)) e ganhar um amigo para a vida?

(*) gato ou cão
(**) ou padrinho

Muita festa, muita alegria, muitos (bons) momentos...


Os noivos deram o nó.


O A1, contra todos os meus receios, portou-se lindamente.
O A2 achou por bem fazer-se notar e arruinar com o aparato a que já nos acostumou um dos momentos solenes do casamento. Fora isso esteve à altura do acontecimento.


Os meus meninos das alianças precederam as meninas das flores no temido (por mim) percurso até ao altar. Uns amores! 

A minha parca inteligência não me chegou para, antes de sair de casa, pegar na máquina fotográfica e enfiá-la no saco onde levei quase tudo o que uma mulher-mãe precisa para sobreviver (que no raio das pochettes nunca cabe mais que uma unha) e graças a isso nem uma fotografia tenho para registar o aprumo matinal, o nervoso miudinho, o sono reparador a caminho da quinta, a larica de roda dos aperitivos, o relax na espreguiçadeira e no pufe, os gritos, os saltos precedidos pelos «soltem a parede», os talheres escalavrados de tanto batucar nas grades, as caras cheias de chocolate, os joelhos pretos das calças outrora brancas, a brincadeira da criançada, os espectáculos no «palco» improvisado, a alegria do «apita o comboio», o encantamento do visionamento do filme de homenagem aos noivos, o á-vontade no entrosamento com familiares menos íntimos, a diversão com o «tio maluco», a dança desenfreada e a vontade imparável de mais e mais festa, e tantas outras situações protagonizadas pelos meus artistas e dignas de imortalizar em momentos kodak* - para mais tarde recordar.

Posto isto vou esperar pelos noivos, que agora estão no bem bom, e pelo trabalho do estúdio para ter em mãos um cheirinho (ainda que num incompleto retrato) do que foi aquele dia.

Próximo desafio


Já sabemos que a paixão do A2 é a música.


Depois de ver o bolo de aniversário do irmão decidiu sem hesitar como seria o seu:
"Quero um rádio gordo com CDs!"

(um «rádio gordo» é mais ou menos isto)

E devo dizer que já comecei a pesquisa e as ideias já me vão surgindo.
Promete ser mais uma festa «daquelas»!

Há um mês


(muito obrigada aos meus papás, ao meu a-mor, à O., à E. e à A., aos meninos presentes e respectivos papás, e a todos os que tornaram estes momentos possíveis e inesquecíveis)

Há um mês o meu primogénito completava cinco anos de vida e comemorava o acontecimento numa festa que superou as suas expectativas, na companhia de onze amiguinhos (mano, primos, colegas de escola e de parque) que se divertiram imenso: brincaram, correram, saltaram, gritaram, atiraram e chutaram bolas, testaram a lotação máxima de uma tenda até conseguirem destruí-la, desenharam, pintaram, deram cabo de duas caixas de lápis de cor e cera, ouviram música em altos berros (sendo o A2 o DJ não é para admirar), cantaram, dançaram, riram, empanturraram-se de doces e aproveitaram da melhor forma possível uma tarde que para imensa gente foi absolutamente deprimente (chuvosa, desanimada e sem piada).

Eu, para variar, passei uma noite em claro na vã tentativa de conseguir ter tudo pronto a tempo. O bolo levou uma eternidade a finalizar, ou não fosse a minha irritante aspiração de atingir a perfeição dar o ar de sua graça numa ocasião tão importante como esta. As gelatinas feitas a correr na manhã do próprio dia, os comes e bebes levados para o local já com a criançada a chegar, as decorações dispostas com a festa a decorrer (e com a ajuda preciosa de uma amiga que me deu uma mãozinha do tamanho do mundo), os saquinhos com as ofertas acabados à ultima e a toda a velocidade com os papás já a tocar à porta para levar a miudagem... E eu sem comer até às oito da noite (ou, vá lá, com meia dúzia de pipocas no bucho), hora a que, finalmente, me vi de novo no sossego do meu lar, com os meus artistas estafados mas muito felizes e uma mesa cheia de comidinha apetitosa que fez as minhas delícias durante uns tempos.

Escusado será dizer que a vontade de me dedicar a arrumações foi nula, certo? As mesas, tão pronta e gentilmente cedidas, estão por devolver. O espaço (que não é a minha casa, mas fica a escassos pisos de distância) apesar de desocupado não merecia o abandono a que tem estado sujeito depois do rebuliço em que se viu. Os enfeites ainda adornam as paredes, os objectos estrategicamente removidos antes do evento ainda esperam o regresso ao local de origem (vamos lá ver se ainda me lembro onde estava o quê), alguns dos meus pertences ainda por lá andam perdidos e tenho impressão que ainda vou conseguir encontrar alguma coisa que se coma num qualquer canto escondido ou (e isso é que era bom) um presente esquecido debaixo do sofá.

Falando em presentes, não foram muitos mas foram os realmente desejados, e ainda bem. Durante meses repetiu que queira «uma bicicleta, gormitis e um livro». Pois foi então feita a sua vontade e os avós maternos ofereceram a primeira (e, atendendo as minhas preces, patrocinaram a festança); os avós paternos aproveitaram o meu conhecimento de causa para os ajudar na escolha e acresceram um «quatro braços preferido» do Ben10 ao «Toby dos grandes» que o rapaz tanto queria (e que adorou, embora já o tenha esquecido, perdido no meio da barafunda de brinquedos que por cá reina) e a um sempre simpático cheque (que a ele nada lhe diz, mas que nós cá agradecemos); houve quem (em boa hora, que o miúdo não pára de crescer) optasse por roupa e calçado; e a nós, papás, calhou-nos na rifa... um livro!

Um livro?
Fiquei tão encantada com a modéstia do pedido que só tive vontade de lhe dar este mundo e o outro (daí a festa). E como conheço bem o meu filho, lhe vejo as fantasias, lhe oiço os desejos, lhe adivinho os gostos e lhe sinto os sonhos, não precisei sequer de pensar para lhe encontrar o presente perfeito. Numa simples caixa de cartão, uma bola do Ben 10. Só isso? Não. Mas sem isso o efeito surpresa não seria o mesmo.
A bola assente num emaranhado colorido de serpentinas que escondiam um monte de pacotinhos de gormitis, um jogo e, lá bem no fundo, o livro que nos tem precedido os sonos de então para cá - A Minha Primeira Enciclopédia dos Dinossauros, da Centralivros - mais um que faz parte do Plano Nacional de Leitura e que, assim que vi, há nem sei já quantos meses, me gritou o nome do meu A1 tão alto que não hesitei.
A cereja no topo do bolo foi um discreto mas precioso envelope com quatro bilhetes para o espectáculo a que assistimos no fim de semana seguinte: Walking With Dinosaurs - The Live Experience. E sobre isso falarei noutro post, que este já vai longo e a minha vida não é só isto.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Especialmente para a Manah



(get well soon, sweet little Cupcake)

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Uma


Uma confirmação.

Apenas...

Ainda!


Espero que hajam mais.

Muitas.

Hoje.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Tenham uma Páscoa Feliz



Que nós vamos fazer também por isso!

terça-feira, 30 de março de 2010

Parabéns!!!



Bolas, marido, estás a ficar velho!

Poderia dizer «velho não, maduro» mas... se calhar estaria a mentir!

Que estás mais charmoso? Não.
Mas, caramba, continuas na mesma!
(Sou eu quem tem os cabelos brancos, as rugas e a flacidez... Porque será?)

Agora lembra-te de entrar numa crise maluca um dia destes e arranjar uma cachopa com metade da tua idade, que eu dou cabo de ti!!
(Sim, sim, eu sei que não o farias, mas fica o aviso, que não custa nada prevenir.)

E eu, que apenas fiz parte de tão poucos desses 40 que já viveste?
Deves-me no mínimo mais uns 35, que não me contento com menos. 
(Com saúde, de preferência, por isso vê se te cuidas!)

Feliz Aniversário!
(Eu sei que se, em vez de a trabalhar e longe de nós, estivesses de férias com a tua mulherzinha e os bem-comportados-que-nem-anjinhos filhotes, a regalar-te num qualquer bungalow lá para os lados da Polinésia Francesa ou a gastar rios de dinheiro-caído-do-céu-sem-ter-sido-preciso-mexer-uma-palha num lugarzito modesto como Rodeo Drive, seria bem mais agradável... Mas soprar as velas de um bolito do Tabuleiro* em casa da mamã no final de um dia de trabalho para os miúdos ficarem contentes é quase o mesmo!)


À tua, meu amor!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Eu gostava mesmo muito de ir ao cinema


Eu gostava mesmo muito de ir ao cinema.

Eu sei que todos falam da Alice, que todos querem ver a Alice, que todos gostam da Alice (agora, que o Tim Burton lhe deu o seu toque, que antes nem vê-la, pelo menos no que me toca, mas isso é só um aparte).

Nos últimos seis anos fui uma vez ao cinema (em família, ver a Idade do Gelo 3) e já nem me lembrava bem como era tal experiência.

Tenho pouco dinheiro, é certo, mas momentos de lazer fazem falta, e isto é mais que isso: é cultura (caso contrário não apareceria nas agendas culturais, certo?).

Os meus miúdos gostavam de ir ver um destes (enquanto é tempo) e eu gostava de lhes fazer a vontade:



Há qualquer coisinha como uma década que não vejo um filme assim (numa sala de cinema, entenda-se):

Home - Lar Doce Lar (trailer) e Consultórios de Deus (trailer)


Há uns tempos que espero por este (que, na melhor das hipóteses, aparecerá lá para meados da Primavera)  e vamos lá ver se terei companhia ou se, mais uma vez (como com "Le Premier Cri") deixarei passar a oportunidade.

Babies (trailer)

Como é? Quem vai comigo ver qual?

É que filmes não faltam e... eu gostava mesmo muito de ir ao cinema. Já tinha dito?

quinta-feira, 4 de março de 2010

Alice


Em dia de estreia não me esqueci que houve quem se oferecesse para me acompanhar numa ida ao cinema...


(vale a pena clicar na imagem só para ver os seus deliciosos pormenores)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Sugestões XIV - Voucher



Férias.


No frio ou no quente.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

2010

Que nele encontremos o que procuramos.



Feliz Ano Novo!