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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ataques desconcertantes



Como se me fizesse falta mais desordem...

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Quem manda gostar de coisas duras como cornos?


Desde que me lembro sempre fui apaixonada por castanhas piladas...


Até hoje.


Felizmente não dói (só na alma) - está desvitalizado.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Não fazer queixinhas!


Contexto: ouve-se um «crashh!» (alguma coisa feita em cacos?) e momentos depois o A1 aparece com ar comprometido e confessa ter partido «uma tigelinha». Um ou dois minutos passados, chega o A2.

"Ó mãe!!! Mããããe! Ó mãe, eu não pa'ti nenhuma tigela! Mãe, eu não pa'ti nenhuma tigela, eu não pa'ti...!" (A2)

É o que se chama não fazer queixinhas.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Todas as noites isto...


Algum dia tinha que haver desgraça.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Actualizações automáticas

Bastou uma para que todas as definições fossem à vida.

(às vezes apetece mesmo)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

E quando...

... eles estão tão aflitos, tão aflitos, mas tão aflitos, que chegam à casa de banho, baixam as calças (por acaso até foram os calções) e só conseguem fazer um enorme xixi... para fora da sanita?
Foi chão, foi banco, foi armário, foi roupa...

domingo, 14 de junho de 2009

Eu com tanta coisa para fazer...

... e isto assim.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Tarde e em má hora

Ainda gostava de saber porque raio haverei eu de ter que ser recebida pelas costas voltadas do meu Artista-mor quando chego a casa estafada depois de uma tarde de trabalho que se prolongou noite dentro, quando:
1º - Telefono antes da hora a que costumo sair, a avisar que vou demorar.
2º - Esfalfo-me para conseguir ser o mais rápida e eficiente possível.
3º - Consigo acabar a tal tarefa urgente, não sendo preciso levar TPC.
4º - Bato o meu recorde (ou, pelo menos, igualo) de tempo a percorrer o trajecto atelier-casa.
5º - A primeira coisa que digo mal entro é - "que bom, já cheguei".

Ok, já eram umas onze da noite quando meti a chave à porta... os miúdos devem ter dado com o pai em doido (segundo o relato, deram mesmo) e eu, bem vistas as coisas, até tive um dia descansado (no que toca a testes à minha paciência, pelo menos).
Mas, mesmo assim, foi uma tarde/noite de quase 9 horas consecutivas de afincado trabalho, sem paragens para lanche, jantar ou sequer café.

Realmente...
Mas que raio de recepção!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Um presente... diferente

Dia Mundial da Criança.
Dia 1 de Junho de 2009, 8h15 da manhã, a 45 minutos da hora limite para chegada à escola (é assim que cá em casa chamamos ao infantário - sentem-se mais crescidos).
Dia de «passeio» à festa organizada pela Junta de Freguesia; dia em que não podem mesmo chegar atrasados.
Estou eu na casa de banho a ajudar o Artista nº1 quando oiço, muito ao longe, a voz meio aflita, meio surpreendida, do Artista nº2: "Oh! Olha... Ó mãeeee, olha!!"
A porta da cozinha encostada, ele do outro lado.
"Não pode ser coisa boa" - já lhe conheço bem os «olhas!».
Assim que a abro e dou um passo sinto o meu pé mergulhar num líquido viscoso e pouco fresco. "Mas porque raio me vieste para aqui fazer um xixi?" - é a primeira coisa que me passa pela ideia.
Sem me atrever a mover-me, chamo o Artista nº1 e peço-lhe que me traga o rolo do papel. Mas tal é a prontidão e rapidez com que me acode que, ao chegar perto de mim, mete também ele a pata na poça, escorrega, e ei-lo estatelado ao comprido de rabo e costas no meio do... óleo! Só aí é que percebo - "isto afinal é óleo!".
E aqui temos um lindo quadro: eu, de pés escorregadios, a sentir o chão a fugir-me; ele aflito e ensopado de ponta a ponta; e o outro olhando para aquela cena sem saber bem o que fazer, mas com ar de quem pensa - "Mas como é que uma coisa destas foi acontecer assim, espontaneamente, do nada? Sim, que eu não tive nada a ver com isso, só vim ver se o que estava no garrafão era água, que estou com muita sede e não queria incomodar ninguém."
Na minha cabeça há uma frase de seis palavrinhas que se repete incessantemente:
"É desta que eu fico doida!".
Enquanto faço os impossíveis por manter a calma e resolver a situação é este o diálogo que se trava:
A.nº1 - "Entornaste o óleo..."
A.nº2 - "Não entonei nada!"
A.nº1 - "Entornaste sim! E quando eras pequenino também. Já entornaste o óleo duas vezes. Isso não se faz!"
A.nº2 - "É água."
A.nº1 - "Não, é óleo."
A.nº2 - "Água."
A.nº1 - "É óleo. Vês, é amarelo. É óleo amarelo."
A.nº2 - "Queli bebêle o óleo!"
A.nº1 - "Ó mãe, ele está a dizer que quer beber o óleo!! É tonto!"
Eu (já mais que farta de ouvir a palavra óleo e quase a perder a razão) - "Isso é porque ele não sabe que o óleo não é bom para beber."
A.nº2 - "Queli bebêle o óleo!"
A.nº1 - "Isso não presta, A.. Não é bom para beber."
Eu - "Vá, filho, anda lá tomar banho."
A.nº2 - "Também queli tomá banho!!"
Eu (em pensamento) - "Socorro, tirem-me deste filme!!!"
...
Por incrível que pareça lá conseguimos, em menos de nada, tratar do banho do Artista nº1 (que, mesmo assim, e por bastante gel de banho que tenhamos usado, ficou bem hidratadinho o resto do dia), dos pequenos almoços e da roupa dos três, e às 9h00 em ponto lá aparecemos à porta da «sala verde» com tudo pronto para o passeio.
Claro que a casa ficou um caos, com toalhões de banho estendidos sobre o derrame para podermos passar sem nos esparramarmos naquilo, e tudo quanto é chão (safaram-se os quartos, vá lá!) patinhadíssimo, com pegadas de todos os tamanhos aqui, ali e acolá.
Foi o meu presente neste dia.
Em jeito de "vá, façam lá a vossa porcariazinha hoje, que isto não pode ser todos os dias"!
Enquanto limpava a chafurdice ia ouvindo a festarola pela janela aberta da cozinha e cantando (para mim mesma) com a miudagem, que gritava entusiasmadíssima, o "atirei o pau ao gato" e "eu perdi o dó da minha viola", com a satisfação de saber que, pelo menos para eles, aquele dia estava a ser diferente, especial, e uma valente diversão.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Boas notícias e óptimas histórias

A noite passada o Artista nº1 resolveu armar-se em usurpador e apropriou-se do meu lugar na cama, ao lado do pai. Sem margem para discussão lá me deixou a sua livre, no quarto ao lado, que sempre é mais confortável que o sofá.

Já de manhã, aparece com um sorriso descontraído e diz-me (podia jurar que com alguma satisfação): "Mãe, hoje fiz xi-xi na tua cama! No teu sítio!!"

Que bom, filhote querido do meu coração, que era mesmo o que me vinha a calhar: lençóis para mudar, mais roupa para lavar e um colchão ensopado (que eu, por norma, não costumo precisar de resguardo impermeável, certo?).

Não é que me dê especial prazer ter notícias destas assim que me levanto, mas não é que, acompanhada pela expressão estampada naquele rosto lindo, esta me conseguiu deixar mais alegre?!
Acabámos os dois a brincar com o assunto, proferindo o trecho de um dos seus livros preferidos(*) "O MEU CADEIRÃO FAVORITO! Fizeste xixi no meu cadeirão favorito! RUA, GATO, FORA DAQUI!"


(*)Título: É Tão Injusto!; Autores: Pat Thomson, Jonathan Allen; Editora: GATAfunho
Mais uma sugestão do Plano Nacional de Leitura.
É recomendado para o 1º ano do 1º ciclo, mas até o Artista nº2, que só em Setembro vai para o Jardim de Infância, já se perde de amores por esta hilariante história, ideal para ler em voz alta imitando o som dos animais intervenientes.
Resumindo-a: Um gato foi expulso de casa ("PÁS! - ouviu-se a porta a bater, e Vrrás - uma varrourada.") pela sua dona, na quinta onde mora. Ao queixar-se aos outros animais deste facto, alegando que as travessuras que causaram aquela reacção na Dona Floripes foram mínimas, consegue a solidariedade dos amigos que ficam indignados com tamanha injustiça! Será que ele merece outra oportunidade? O desfecho é inesperado, quando o Sr. Zé (marido da Dona Floripes), que surge na mesma lógica de apoio ao gato, acaba por tornar-se também uma vítima! (e são dele as frases que nos fizeram rir e esquecer o xi-xi no meu sítio esta manhã)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Adivinha I - (uma desgraça nunca vem só)


Alguém adivinha o que isto é?



Resposta: Sou eu a ver a minha roupinha a cair estendal abaixo!!




E isto?



R: É a dolorosa consequência de um alicate grande demais aliado ao parafuso ferrugento de um esticador velho, com alguma falta de jeito a ajudar!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Banhos de Leite


Reza a lenda que Cleópatra se banhava em leite de burra...

Segundo consta, o ácido láctico presente no leite e nos seus derivados ajuda a hidratar e exfoliar a pele.
E cerca de 3 copos adicionados à água já bastam para se fazerem sentir os seus efeitos Para melhorar a experiência podem sempre adicionar-se outros ingredientes, como aveia (para suavizar a pele) e mel (para nutrir e conferir uma agradável fragrância)...

Enfim, receitas há várias e as sensações descritas são das melhores.



Mas se um banho de leite pode ser uma experiência verdadeiramente relaxante, o mesmo já não pode dizer-se de um “banho de galão”...



Falo por experiência ;)

terça-feira, 7 de abril de 2009

Não faz mal!

O artista nº1 ainda usa fralda durante a noite.
Por mais idas à casa de banho madrugada fora, as escapadelas nocturnas teimam em não se deixar suster.

Até aqui, tudo bem! Há quem molhe a cama até bem mais tarde e isso não é motivo para preocupações.

O problema é quando o rapaz, que acorda normalmente com o dito acessório já esgotado da sua capacidade de absorção e destituído do seu poder de protecção, se lembra de, em vez de correr para a sanita, deixar a preguiça mijar-lhe tudo o que o rodeia...

Hoje foi o sofá. Só dei por isso quando, depois de uns bons 10 minutos de despe/veste filhos matinal, me levantei de onde ele estivera (no momento do dilúvio) sentado... e senti um friozinho húmido e suspeito na minha nádega direita.

Eu: "Filho, fizeste xi-xi aqui?"
Ele: "Sim, mas não faz mal!"
Eu: "Faz, pois! Quando estás a dormir não faz mal, mas quando estás acordado tens que ir à sanita, não fazes na fralda. A fralda é só para te proteger de noite, para não ficares todo molhado e cheio de frio se houver um acidente."
Ele: [silêncio]
Eu: "Agora tenho as calças todas molhadas do teu xi-xi!"
Ele: "Não tens nada!!"
Eu: "Tenho, tenho. Põe lá aqui a mão."
Ele: "Pois tens... Mas não faz mal, mãe. Já seca!"

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Amêndoas (amargas...) de Páscoa

Anteontem, quarta-feira, dia 1 de Abril:
Um belo RISCO (feito por uma qualquer chave muito mal intencionada) de ponta a ponta... no meu carrinho acabado de vir da oficina.
Depois dos (ainda tão frescos) €€€ pagos pelo trabalho de pintura, esta doeu!
Pena não ter sido mentira.

Ontem, quinta-feira, dia 2 de Abril:
Os senhores agentes da Polícia Municipal de Lisboa brindaram-me com o meu primeiro bloqueio.
Estacionei por instantes (sem saber, mas sem desculpa) em local de cargas e descargas e PIMBA!!
Toma lá que é para aprenderes a respeitar a lei (e logo eu, que sou sempre tão cumpridora, bolas!).
Uma meia hora a (des)esperar pelo desbloqueio e 50€ mais tarde acabei por me despedir deles sem uma última mensagem... mas aqui fica:
Então uma muito boa Páscoa para os senhores também, sim?!

Hoje, sexta-feira, dia 3 de Abril:
5 horas gastas na criação de um blogue (eles dizem que bastam 5 minutos, não é?) para ele depois simplesmente se sumir da minha conta. Como??? (é o que dá fazer noitadas)
Lá tive que (re)fazer algo para dar a volta à questão (felizmente desta vez meia horinha chegou bem) e cá estamos, novamente! (e viva a teimosia!!!)