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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Onde?



Onde estão, quando são precisos?

terça-feira, 8 de junho de 2010

No Dia da Criança


Recebi a resposta a um e-mail que enviei no dia 9 de Abril, em plena busca por um gatinho adoptável, ao SOSAnimal.

"Temos de momento bebés para adopção." Esta frase, entre outras considerações, poder-me ia ter passado indiferente... mas não. Haviam anexos.


O Riscas tem revelado a falta que sente de companhia para as suas brincadeiras. O A-mor manifestou-se um verdadeiro amante da espécie felina, a convivência com o nosso gato tem superado as expectativas, o A1 acha que o animal «precisa de uma namorada» e o A2 subscreve. As fotografias foram a gota de água.


Esta é a Sininho. Foi paixão à primeira vista e estamos já em processo de adopção.

O Peter, cruzado de siamês, foi abandonado numa caixa de cartão junto ao caixote do lixo.Tem cerca de um mês e meio, já vai ao areão e come sozinho.


É muito meigo e brincalhão.


Alguma alma caridosa tem a generosidade de acolher este gatinho (ou outro(*) dos tantos que procuram um dono(**)) e ganhar um amigo para a vida?

(*) gato ou cão
(**) ou padrinho

Próximo desafio


Já sabemos que a paixão do A2 é a música.


Depois de ver o bolo de aniversário do irmão decidiu sem hesitar como seria o seu:
"Quero um rádio gordo com CDs!"

(um «rádio gordo» é mais ou menos isto)

E devo dizer que já comecei a pesquisa e as ideias já me vão surgindo.
Promete ser mais uma festa «daquelas»!

domingo, 18 de abril de 2010

Um amor



Os bichos são um amor!


A senhora é uma querida!


A mãe é super extremosa!


Não foi fácil decidir...


Quase escolhemos um assim:


Mas o eleito foi um pequeno «tigre».


Não sei se pela carinha mimosa... se pelo à-vontade connosco...


Se pelo seu carácter brincalhão e irrequieto...


Ou se pela alcunha introdutória - O Reguila.


E não é que o nome pegou e querem mesmo chamar Reguila ao animal?!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Alguém?



Quem tiver conhecimento de algum, comunique, sff.

Estamos interessados em adoptar.

Preferências dos artistas:
«bebé»
«pequenino»
«clarinho»
«laranja»
«gatinha, que os gatos fazem xixi para as paredes»

Aceitam-se candidaturas, mesmo que não reunam os requisitos anteriores.
(infelizmente só há uma vaga)

domingo, 4 de abril de 2010

Um desagradável presente de Páscoa


De uma postura de seis foi o único que conseguiu quebrar o ovo.

Lutador, curioso, corajoso, aventureiro.

Esperava mais da vida, quis conhecê-la, tentaram roubar-lha, lutou por ela...

Por duas vezes caiu do ninho (ou assim o julgámos) e de ambas o tomei nas mãos.
Ofereci-lhe o conforto do meu calor e retribuiu-me com a calma por que se deixou invadir.

Senti que oferecia resistência quando ontem o devolvia ao seu abrigo.
"Quererá dizer-me que é comigo que está em segurança?" - pensei.

Senti-me tentada a cuidar dele, a ser sua mãe, alimentá-lo, acarinhá-lo, criá-lo.
Depois parei para pensar e receei estar mais uma vez a querer dominar a Natureza.
Seria um acto de egoísmo assumir um papel que não é meu.
A sua progenitora decerto estaria a cuidar da cria melhor do que eu alguma vez conseguiria.

O seu papo sempre cheio tranquilizou de alguma forma os meu temores.
Mas não passou, afinal, de um mero engano.

O instinto de procriação dos seus próprios pais atraiçoou-o.
De protegido passou a inconveniente e depois a indesejado.

E se esta manhã tudo estava aparentemente bem...
na nossa ausência as circunstâncias mudaram drasticamente.


Na falta de quem, atento, ouvisse os seus pedidos de socorro, acabou por sucumbir ao ataque de que foi vítima.

Há um aperto no meu peito que não me larga e, por mais que compreenda que não foi um acto gratuito de violência, não consigo perdoá-los...

São assassinos natos.
Mesmo não o desejando, esta revolta faz-me vê-los feios e maus.

Não os quero.
Não quero vê-los, não quero ouvi-los.
Não os quero perto de mim.

Assim que puder despeço-me deles.
(o meu pai fará o favor de lhes dar outro lar, tenho a certeza).

O Jaime far-lhes-á companhia na viagem.
Já o decidimos há alguns dias.
Está infeliz e não voltou a ser o mesmo desde que os meus artistas o entalaram na porta da gaiola.
Precisa de espaço, de companhia, de outro ambiente, de outra vida.

Estou triste.
Confesso que não era esta a tarde de Páscoa que desejava.
Que não era este o desfecho que imaginara.
Nem para o Jaime, nem para o seu pequenino irmão, nem para os seus pais...
Para a sua presença e para os seus papéis nas nossas vidas.

Ensinaram-me mais do que esperava.
Ainda estou a digerir o que aprendi.
A tentar encontrar o significado dos sentimentos experimentados.
E a procurar descobrir como cada episódio contribuiu para o meu crescimento pessoal.

Pareço atribuir peso a mais a esta história?
Talvez.
Estou triste (já o disse).
Desiludida...
E ao mesmo tempo esclarecida.
Acabaram-se os pássaros nesta casa.

O lado positivo?
Venha o gato!



terça-feira, 16 de março de 2010

Para quê?



Para, logo a seguir, nos encher novamente de dúvidas.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Ufa...



Já passou!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O rumo a tomar...




Nem sempre é óbvio.
 Ou fácil de seguir...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Eu em 2009


(em cartoons)